06/12/2018 11:20:00

Estudante se apresenta e assume envolvimento em acidente fatal no Canaãzinho

Jovem de 26 anos afirma que saiu do local do acidente temendo reação das pessoas no local onde seu carro, um Celta Prata, bateu frontalmente com uma motocicleta



Alex Ferreira + reprodução


Gabriel foi atingido por um Celta prata nesse cruzamento, da avenida Galileia

Uma estudante, de 26 anos, é a condutora que se envolveu em um acidente de trânsito, que vitimou o entregador de lanches, Gabriel Xavier, de 20 anos, por volta de 0h15 de segunda-feira (3), em um cruzamento da avenida Galileia, no bairro Canaãzinho, em Ipatinga. Gabriel chegou a ser corrido com vida, mas na terça-feira teve morte cerebral, na UTI do Hospital Márcio Cunha. Seus órgãos foram doados e, por causa disso, a liberação do corpo, para sepultamento, foi adiada para essa quinta-feira, no cemitério do distrito de Barra Alegre.

A motorista que se envolveu no acidente apresentou-se quarta-feira (5), na Delegacia de Trânsito de Ipatinga e prestou depoimento. Ela responde em liberdade o caso que ainda é apurado pela perícia. A Polícia Civil decidiu, por hora, não divulgar nomes, nem tampouco iniciais da motorista, uma vez que há forte comoção social em torno do acidente.

Em entrevista ao Diário do Aço, o delegado Marcelo Castro, que conduz a investigação, confirmou o que se sabe até agora, da versão do acidente, dada pela condutora.

A jovem apresentou-se, espontaneamente, na companhia de um advogado. Na terça-feira o advogado entrou em contato com a delegacia, e informou que a sua cliente estava, desde a ocorrência do acidente, incomodada com a situação e queria se apresentar. O delegado explica que a motorista foi identificada e a apresentação foi agendada para quarta-feira. No horário combinado, a jovem se fez presente à delegacia.

Na conversa que teve com a autoridade de Trânsito, a condutora confirmou que teve uma colisão frontal o carro que conduzia um Chevrolet Celta de cor prata, com uma motocicleta, no cruzamento de uma rua com a avenida Galileia, no Canaãzinho.
Wellington Fred


O delegado Marcelo Castro preside o inquérito que apura o acidente e já ouviu condutora de 26 anos, que dirigia Celta prata envolvido no acidente


“Ela confirmou que parou o veículo, desceu, observou, que o motociclista tentava se levantar, viu outras pessoas se aproximando, e temendo que elas poderiam ser hostis, decidiu sair do local do acidente, também acreditando que as pessoas prestariam o socorro necessário à vítima”, acrescentou o delegado.

A jovem informou ao delegado que é evangélica, não ingere bebida alcoólica e tampouco faz uso de outra substancia psicoativa.

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Trabalho pericial será decisivo, afirma delegado

A definição das causas do acidente ainda depende de laudo pericial, que deverá ser elaborado pela perícia. Dados técnicos, colhidos no local, deverão apontar o local exato da colisão, para, a partir daí definir quem foi o causador. O trecho em questão tem uma convergência das pistas da avenida Galileia, nas proximidades da Igreja Católica, com outras duas vias nas quais descem veículos da parte alta do Canaãzinho.

“Caso seja provado que a condutora é a causadora do acidente, ela poderá responder por homicídio culposo de trânsito, com os agravantes de ter saído do local, e da omissão de socorro. A investigação ainda está no início e outros crimes podem ser definidos no transcorrer da apuração”, enfatizou o delegado.

Por fim, Marcelo Castro afirmou que, caso a condutora não tivesse comparecido à delegacia de polícia dificilmente o caso seria apurado. “Não há testemunhas oculares até agora, não há ainda imagens de câmeras. Então, a apresentação da condutora tem essa importância, de permitir o esclarecimento do acidente. Percebo que há muita comoção nas mídias sociais e imprensa, em torno desse acidente. Infelizmente aconteceu o acidente e a morte de Gabriel Xavier, mas a responsabilização das pessoas tem que ocorrer nos moldes da lei. O inquérito será concluído nos próximos dias e, se constada a responsabilidade a condutora será colocada perante a Justiça para responder por isso”, concluiu o delegado. Confira a entrevista, no vídeo abaixo.

O que fazer após um acidente?

O delegado de Trânsito de Ipatinga, Marcelo Castro, alertou que, qualquer pessoa, ao se envolver em um acidente com vítima, tem como responsabilidade prestar socorro à vítima e permanecer no local à espera das equipes de socorro e da polícia. Somente em último caso (ameaça à integridade por terceiros, por exemplo) a pessoa poderá sair, mas precisa se apresentar o mais rápido possível à polícia.

“Muitas pessoas alegam que saem do local do acidente com medo de serem agredidas, se tiver que fazer isso, em último caso, precisa procurar depois uma unidade policial, porque essa fuga representa um agravante à pena, caso fique provado que o condutor que saiu foi o responsável pelo acidente” concluiu.


Estudante se apresenta e assume envolvimento em acidente fatal no Canaãzinho



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Comentários

Kleber s Nepomuceno

08 de Dezembro, 2018 | 01:41
Ainda que a condutora do Celta tivesse permanecido no local ou mesmo se tivesse se apresentado a um policial militar ou na Delegacia de Polícia imediatamente após o acidente, não seria custodiada.
Nesse caso, não teria fugido do flagrante. O causador de homicídio culposo pode pagar fiança e responder ao crime em liberdade. Só não poderá fazer isso se estiver sob efeito de álcool ou de outra substância psicoativa.
Em relação à Omissão de Socorro, caso ela tivesse se apresentado à policial imediatamente após o fato, esta hipótese seria afastada.
Como não o fez, corre o risco de ser condenada por isso e receber uma pena maior. Nesta hipótese receberia uma pena por homicídio culposo acrescida da pena por omissão de socorro.
Atente-se para o fato de que o laudo pericial, se conclusivo, dirá se a responsabilidade do acidente foi do motociclista ou da condutora do Celta. Porém, isto não afasta a possível omissão de socorro, uma vez que mesmo não dando causa ao acidente, era obrigação da condutora providenciar o socorro.
Fato é que algumas pessoas simplesmente entram em parafuso após um acidente dessa gravidade e não sabem coml agir... podendo tomar atitudes precipitadas.
Quanto à hipótese de acreditar que seria agredida ou linchada. É a mais pura verdade. Outros motociclistas que devem se aglomerado no local já poderiam agir assim.
Em um acidente na rodovia de acesso ao Paraíso, um parente de um acidentado se negava a desbloquear a rodovia. Mesmo os policiais insistindo que a via precisava ser desbloqueada porque sem isso nem mesmo o socorro conseguiria chegar ao local.
Diante de acidentes dessa natureza, nem sempre há uma atitude madura nos instantes logo após os fatos.

Gabi

07 de Dezembro, 2018 | 22:43
Acho que ninguém pensou sequer em uma palavra pra por aqui, como muitos disseram estamos com sede de justiça sim, e com toda a razão, acho que não foi nenhum de vocês que perdeu um amigo tão jovem, que sempre ajudou cada um de nós, não foram nenhum de vocês que viram o filho dentro de um caixão, como o coleguinha disse todos os motoqueiros andam correndo, e daí? Prestar socorro não vai mudar isso. Ela não ajudou porque ficou com medo de populares? Se for assim ninguém nunca mais vai ajudar o outro. A nossa indignação é ela não ter ajudado, é ela não ter socorrido, ter ido embora, e depois pra fugir do flagrante se apresentou. Acho que vocês deveriam entender que nossa sede de justiça, e a falta de amor com o próximo, e a falta que o Gabriel vai fazer por não ter socorrido na hora, e o pior de tudo é saber que independente de qualquer coisa, ele não volta. Ela é uma assassina sim, e a culpa que ela sentir ainda vai ser pouca pela dor que cada um de nós sentimos. Desejo de todo coração que todos os dias a consciência dela não fique em paz, principalmente por não ter ajudado nosso Gabriel.

Comovida

07 de Dezembro, 2018 | 21:08
Vdd. Para ela não foi no posto policial mais perto que tem ali ? Para não ligou pro 190 ou pro Samu ? Se ela estivesse certa. Ela não teria fugido. Ela não teria perdido o direito dela. Afinal de contas.... Acidentes acontecem e ela poderia alegar isso. Mas deixou passar 48 para se apresentar e a família na angústia sem saber quem é a imprudente. A revolta das pessoas são de fato a omissão de socorro, a falta de preocupação dela com a família . O mínimo q ela deveria ter feito era procurar socorro e dar assistência à família.

Curto e Franco

07 de Dezembro, 2018 | 12:56
situaçao complicada , motociclistas as vezes tem que correr pra da conta do serviço que esta prestando , e por outro lado motoristas que tem o direito de ir e vir , agora nao querendo jugar ninguem , quem ta certo , ou quem ta errado , se fosse um morador de rua , ou um cachorro , estaria esta comoçao toda nas redes sociais ?

Mad Max

07 de Dezembro, 2018 | 11:57
TRÂNSITO CAÓTICO. IPATINGA É MUITO MAL SINALIZADA, OS MOTORISTAS E CONDUTORES SÃO IMPRUDENTES E MUITOS TEM HABILITAÇÃO FACILITADA OU COMPRADA (AFIRMAM: É COMPRADA, EU PAGUEI AS TAXAS DO DETRAN E AUTO ESCOLA). EM TIMÓTEO E FABRICIANO O CONDUTOR PÁRA E OS PEDESTRES ATRAVESSAM A FAIXA COM SEGURANÇA, EM IPATINGA FALTAM FAIXAS E QUANDO A GENTE PÀRA O PEDESTRE FICA OLHANDO ASSUSTADO.

Robertgo

07 de Dezembro, 2018 | 09:30
Infelizmente hj no Brasil quando ocorre um acidente dessa natureza não dá pra ficar no local, é pedir pra ser linchado. Com uma nação de ignorantes que somos só nos resta fazer isso, é só ler os comentários pra entender.

Antonio

07 de Dezembro, 2018 | 09:05
Olha, entendo perfeitamente o fato da condutora ter saído do local. Certa vez eu estava atravessando um cruzamento próximo a uma igreja grande aqui de Ipatinga, e tinha tanto carro estacionado tampando a visão do cruzamento que eu tive q sair aos poucos pra não ser atingido por nenhum carro vindo da avenida, mas sem querer eu acabei derrubando um casal que passava de bicicleta que trafegava em sentido contrário, pra piorar a mulher estava grávida. Parei o carro e ofereci socorro, nisso o marido dela já estava fazendo escândalo e os "irmãos" da igreja já chegaram intimidantes. E pra piorar, o condutor do veículo que estava atras de mim (cujo eu já conhecia e inclusive sei da fama que ele tem de sair bêbado dirigindo) veio gritando em alto e bom som que eu não havia parado no cruzamento e que eu era irresponsável. Como já estava abafado com a situação da mulher, saí em discussão com o cara, e o acusei de levantar falso testemunho. Só que nessa altura já tava todo mundo me olhando torto. Até que apareceu um outro ciclista que estava logo atras do casal e afirmou que o condutor da bicicleta foi imprudente, que eles viram que eu estava com dificuldade em atravessar a avenida e que o carro já estava na metade da avenida, mesmo assim tentou atravessar na frente. Na mesma hora, a mulher que estava gravida, recusou socorro e queria ir embora, o marido que estava furioso, virou um cordeirinho e o FDP que me acusava arrancou o carro e foi embora. Chegando em casa eu contei o caso para minha mãe. Passando dois dias ela estava no salão e veio um representante dessa igreja, recolhendo assinaturas dos moradores, para pedir junto a associação de bairros, uma faixa de pedestre elevada em frente a igreja. Pois estava tendo acidentes, inclusive um casal havia sido atropelado por esses dias em frente a igreja por imprudência do motorista. Como minha mãe não aguenta nada calada, ela tratou de interromper o senhor e explicou toda a história, que acabou ficando sem graça e saiu do salão. Ou seja, nós motoristas somos sempre taxados como culpados, independente do que tenha acontecido na realidade. Pra mim, ela só deveria ter ligado pra policia e se encontrado com uma viatura ou posto de apoio no momento do acidente.

Respeito

06 de Dezembro, 2018 | 23:44
Sou totalmente contra a qualquer tipo de violência, seja ela física ou psicológica . O que estou vendo aqui é uma minoria tomada pelo sentimento de revolta, incitando a justiça pelas próprias mãos e condenando a condutora do celta a culpa pelo lamentável acidente. Meus sentimentos a família do Gabriel, mas , vamos deixar que a moça e o acidente em si, seja julgado e condenado pela justiça, por pessoas competentes e preparadas para tal. Não se deve agir pela emoção e sim pela razão. Conversas atravessadas de pessoas desocupadas, sem cultura e sem ética, levam ao sofrimento e ao julgamento errado de ambas partes envolvidas. Sofre a família do garoto Gabriel e sofre tbm a outra parte envolvida. Tenham um pouco mais de respeito com os sentimentos dos outros. Ao invés de criticar e julgar sem fundamentos lícitos, procurem uma igreja e vão orar por estas famílias que estão sofrendo e chorando a perda de um ente querido.
Eu respeito a dor de todos vcs e peço a Deus que a justiça Dele seja feita

Douglas

06 de Dezembro, 2018 | 20:10
Primeiramente as pessoas que estão defendendo a ASSASINA se fosse familiares seus nao agiriam assim. Segundo tem um video de uma câmera de segurança que mostra que ela avançou a parada obrigatória nao fez o devido retorno na rotatória ela nem se que olhou pra atravessar a rua ela o acertou na contra mão o seu capacete foi arrancado ele bateu com o crânio ao solo aonde teve 2 traumatismo craniano sangrou pela boca como.uma pessoa dessas tenta levantar...vizinhos que viram o acidente falaram que um rapaz estava com ela e retirou a moto de cima do carro o qual ela mesma nao relatou no depoimento dela ne sabe porque ela e mentindo quando o primeiro socorro chegou ele so.mechia os olhos a moto ainda estava funcionando quem o socorreu quem desligou a moto...Sabe porque a polícia não.tem provas ainda porque nem.ir investigar foram 3 dias nos amigos deles olhamos.imagem de segurança e nenhum desse dia nenhum tipo de autoridade teve no local pra sequer saber como foi o acidente varias pessoa viram o acidente so que a nossa justiça e assim mesmo falha nao tem competência nenhuma.. ali tem cameras aonde mostra o veículo dela descendo e colidindo com ele.de frente ela nao.teve remorso nenhum sabe porque ela agiu como criminosa esperando da as 48hr pra ela nao ser.pega em flagrante ... Claro ela mora do lado de um despachante porque ela teria medo ela esta sendo acobertada por ele.... so um conselho para autoridades tem uma casa la de dois andares azul os donos da casa possui um corsa eles sabem tudo do acidente ate o jeito da mulher e outra o acidente foi exatamente as 00:08,38 Segundo do dia.03 e so eles procurarem que as imagem.existe mais nao vai aparecer do seu

Pedrin Perito

06 de Dezembro, 2018 | 18:13
Comentário mais coerente do Sr.Ipatingatá...

Bairro de "classe pobre" proximo a nucleos criminosos,tem tudo pra causar um dano maior pos o acidente.Atitude dela foi sensata.Lado outro, se tivesse maldade,poderia refazer o trajeto do acidente com outro carro e observar se no trecho tem cameras de monitoramento.Caso negativo,com toda maldade e tecnicas juridicas ela jamais se apresentaria.Julgo correto a apresentaçao da moça ,inclusive sob sigilo.Pela comoçao e apelo social,ja que até recompensa eles tavam dando!!!!

Condutor Responsável

06 de Dezembro, 2018 | 17:12
PELOS COMENTÁRIOS AQUI PERCEBO QUE ELA TOMOU ATITUDE CORRETA, POPULARES EMOCIONADOS SEMPRE QUEREM FAZER JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS, NÃO DISSE QUE ELA ESTÁ CERTA SÓ DISSE QUE TOMOU A ATITUDE CERTA, INFELIZMENTE NÃO DA PRA CONFIAR EM NINGUEM NESSE PAÍS, AH.. COMO DISSE O DELEGADO " SE ELA NÃO TIVESSE SE APRESENTADO NUNCA IRIAM CHEGAR NA CONDUTORA '' OU SEJA SE ELA NÃO QUISESSE ASSUMIR O ERRO ELA NÃO ASSUMIA PORQUE NUNCA IAM CHEGAR NELA

Ingrid

06 de Dezembro, 2018 | 16:12
Engraçado q a primeira pessoa a chegar no local do acidente nos informou q ela ja nao se encontrava no local e q nao havia ninguém la e o pior a unica coisa q o gabriel movimentava era os olho nem a cebeça ele mexia como ele iria fazer algo e outra como as pessoas iriam atacala se foi um acidente ...vcs estao colocando ela como vítima... E realmente se dependesse da polícia iria ficar impune msm pq eles nao fizeram nada .... Desculpe as palavras mas é a vdd... Vcs q estao julgando deveriam se informar melhor antes de julgar. E POR FAVOR PAREM DE COLOCAR ELA COMO VITIMA PORQUE EL NÃO É E ISSO VAI SER PROVADO...

Eu

06 de Dezembro, 2018 | 16:03
É a famosa lei da semeadura: "Aqui se faz, aqui se paga". Não digo sobre a justiça humana, pois essa já sabemos que é falha e incapaz, como bem citou o Sr. Delegado na entrevista, "apesar de a condutar ter deixado o local do acidente, talvez se" espontaneamente" ela não tivesse comparecido a DP e ""Assumido a sua Responsabilidade ..."" , talvez nós nem conseguíssemos chegar até essa condutora".
A conduta da Condutora do Celta, demostra a falta de de bom senso, amor ao próximo, esquecendo do irmão para olhar o próprio umbigo "medo da reação popular " esse que só apareceu com advogado a instruir após passar o flagrante.
A repercussão é devido a omissão de socorro, se vc estivesse mesmo certa como diz seu advogado e querendo resolver, deveria ter ido ao posto policial mais próximo e relatado os fatos, mas se esconder ? é ato de covardia... te desejo a Justiça Divina moça !!! Força Família GX !!!

Jorge Augusto.

06 de Dezembro, 2018 | 15:04
O povo hipócrita esse povo P.Q.P..não tô querendo defender ninguem não mais todo mundo sabe o jeito que esses entregadores de lanche andam não respeitam nada e nem ninguem..o rapaz tinha entregado o ultimo lanche tava doido pra largar serviço... como voces acham que estava a atenção dele..Lá em TIMOTEO um desses entregadores em alta velocidade atropelou e matou uma pessoa conhecida minha e ficou e esta impune ou seja não deu nada pra ele ...E tenho certeza que a maioria desses marmanjos que estão descendo a lenha nessa jovem agiriam igual ou pior do que ela diante de uma situação desta. Eu quando leio uma noticia dessa fico sentido sim porque uma vida tão jovem foi perdida mais não me assusto ,porque enquanto não houver regras mais severas pra esse pessoal que conduz motocicleta e principalmente os entregadores de lanche esse rapaz não é o primeiro e nem sera o ultimo.

Mauricio

06 de Dezembro, 2018 | 14:29
Sou obrigado a concordar com o trecho do comentário do Ipatinga. "Os comentários daqueles 'sedentos de justiça' por aqui demonstram que a atitude dela foi a mais sensata".

Michele Pimenta

06 de Dezembro, 2018 | 14:13
Ela fugiu porque havia algo errado, e mesmo que a justiça seja branda para ela, ela tera que conviver com a palavra assassina o resto da vida e este castigo será pior do que cadeia.
Meu primo se foi como um anjo e ela fica como uma assassina.

Ipatingatá

06 de Dezembro, 2018 | 14:03
Numa noite de chuva, em um lugar perigoso, uma mulher sozinha parar depois de uma situação dessas pode ser muito perigoso. Só o fato de ela ter parado e ficado de longe olhando mostra que ela sentiu remorso. Foi um acidente, ninguém "mata" uma pessoa de propósito em um acidente como esse. Pela descrição do acidente, fica claro que ela não fez nada de errado, não estava em alta velocidade, não estava bêbada. E acontece muito SIM nesse país, a pessoa atropela alguém, os tais "populares" lincham a pessoa ou destroem o veículo. Infelizmente o Brasil é isso, é um país perigoso, onde não pode se confiar na reação normal e civilizada das pessoas. Pois eu digo, é melhor se virar com a justiça depois do que ser morto por um bando de gente violenta sem controle emocional em alguma esquina de algum lugar qualquer. E os comentários daqueles "sedentos de justiça" por aqui demonstram que a atitude dela foi a mais sensata

Ademir Silva

06 de Dezembro, 2018 | 12:48
acredito que tudo não passou de uma fatalidade, acidentes acontecem todos os dias, essa moça se apresentando prova que ela não teve a intenção de se abster da sua responsabilidade, mesmo porque ela seria dificilmente identificada.

Jesiel

06 de Dezembro, 2018 | 12:39
Virou moda esse negócio de fugir sem prestar socorro por medo de retaliação de populares. Comunicou o acidente a polícia, acionou o resgate? Se não o fez e porque algo estava errado. Tem que haver punição. Suas atitudes levaram a vida de um jovem.

Afonso Ferreira de Siqueira

06 de Dezembro, 2018 | 12:00
Agora me responde uma coisa ... Porque que ela num foi nesse posto policial perto do local do acidente então ? Pediu ajuda lá ... Lá fica policial 24 horas ... Estranho ... Queria fugir do flagrante . E conseguiu .
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